O que era para ser uma partida acirrada de futebol entre CREC (Costa Rica Esporte Clube) e o Operário Futebol Clube terminou com um caso de racismo. O episódio foi registrado durante a nona rodada do Campeonato Sul-Mato-Grossense, no último dia 3 de março. O quarto árbitro do jogo, Rosalino Francisco Sanca, foi a vítima do crime cometido por um suposto responsável pelo Estádio Laertão e um médico do Costa Rica Esporte Clube.
Conforme informações do boletim de ocorrência, o homem que se apresentou como responsável pelo Laertão adentrou na área próxima ao vestiário da arbitragem que é restrita ao público. A vítima tentou tirá-lo de lá e foi então que o autor passou a ofender o árbitro com termos racistas. Depois, o médico também desferiu os xingamentos, dizendo, inclusive, que “esse neguinho gosta de confusão”.
Em nota publicada nas redes sociais, o Costa Rica informou que o membro da comissão foi afastado das atividades durante a investigação do caso. O CREC ainda ressalta que o médico é funcionário desde o início da atual gestão e que caso semelhante nunca aconteceu.
Além do membro da comissão do Costa Rica, um homem que seria responsável pelo Estádio Laertão também estaria envolvido no ato racista contra o quarto árbitro do jogo, Rosalino Francisco Sanca.
Conforme informações do boletim de ocorrência, o homem que se apresentou como responsável pelo Laertão adentrou na área próxima ao vestiário da arbitragem, que é restrita ao público. A vítima tentou tirá-lo de lá e foi então que o autor passou a ofender o árbitro com termos racistas. Depois, o médico também desferiu os xingamentos, dizendo, inclusive, que “esse neguinho gosta de confusão”.
O que era para ser uma partida acirrada de futebol entre CREC (Costa Rica Esporte Clube) e o Operário Futebol Clube terminou com um caso de racismo. O episódio foi registrado durante a nona rodada do Campeonato Sul-Mato-Grossense, no último dia 3 de março. O quarto árbitro do jogo, Rosalino Francisco Sanca, foi a vítima do crime cometido por um suposto responsável pelo Estádio Laertão e um médico do Costa Rica Esporte Clube.
Conforme informações do boletim de ocorrência, o homem que se apresentou como responsável pelo Laertão adentrou na área próxima ao vestiário da arbitragem que é restrita ao público. A vítima tentou tirá-lo de lá e foi então que o autor passou a ofender o árbitro com termos racistas. Depois, o médico também desferiu os xingamentos, dizendo, inclusive, que “esse neguinho gosta de confusão”.
O crime foi filmado por alguns jornalistas do local. À Polícia Civil, o árbitro explicou que tomou conhecimento do episódio posteriormente por causa dos vídeos. O advogado da vítima, Leandro Soares, informou que aguarda a apuração policial.
A vítima recebe apoio e acolhimento do Sindárbitro-MS (Sindicato dos Árbitros de Futebol), que repudiou qualquer tipo de discriminação racial, religiosa e de gênero. “Esperamos que a polícia civil de Mato Grosso do Sul faça um trabalho eficaz de investigação, e que as medidas necessárias sejam tomadas para que os culpados possam ser punidos com o rigor da lei”, afirmou o presidente Ernani Tomaz da Silva.
O racismo é crime no Brasil desde 1989, conforme previsto na Lei nº 7.716. A legislação explica que serão punidos “os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. A pena para quem praticar esse crime pode chegar a prisão de dois a cinco anos e até multa.
Fonte: Jornal Midiamax




