Um dos suspeitos pela execução do garçom Luiz Carlos Nunes de Matos, de 52 anos, se entregou de forma espontânea nesta segunda-feira (16), na 1ª Delegacia de Corumbá, a 413 km de Campo Grande. O crime ocorreu na última sexta-feira (13), na região do bairro Aeroporto.
Segundo a Polícia Civil, Luiz teria se desentendido com os envolvidos nas proximidades de um estabelecimento. Assim, os suspeitos saíram do local, mas retornaram minutos depois, momento em que o autor preso efetuou os tiros que atingiram o pescoço da vítima, causando a morte.
Após as investigações iniciais, foi representada pela prisão preventiva do autor dos disparos, de 21 anos, e também de Lucas Ramão Navarros Rodrigues. O veículo utilizado no crime também foi apreendido.
Por fim, o autor dos disparos se apresentou de forma espontânea na delegacia, foi interrogado e teve o mandado de prisão preventiva cumprido. Já Lucas está foragido da Justiça.

A Polícia Civil pede apoio da população para localizar Lucas. Informações sobre seu paradeiro podem ser repassadas de forma anônima pelo telefone (67) 3231-2810, com garantia de sigilo.
Execução
O crime aconteceu em uma conveniência localizada nas proximidades da Rua Edu Rocha, entre as ruas Cuiabá e América. A Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de disparo de arma de fogo perto do estabelecimento.
No local, os policiais encontraram vestígios de sangue e foram informados, por populares de que a vítima já havia sido socorrida e encaminhada ao Pronto-Socorro Municipal. Na unidade hospitalar, foi confirmado o óbito. Luiz foi atingido por um tiro na região do pescoço, segundo o Diário Corumbaense.
Uma testemunha relatou que a vítima havia parado na conveniência para comprar ração, quando ocupantes de um veículo se aproximaram e iniciaram uma discussão que evoluiu para vias de fato.
Após deixarem o local, eles retornaram minutos depois. Um dos ocupantes desceu do carro armado e efetuou disparos contra a vítima, fugindo em seguida com os demais envolvidos.
Equipes policiais realizaram buscas logo após o crime, inclusive em um possível endereço ligado a um dos suspeitos; mas, até o momento, ninguém foi preso.
Fonte: Jornal Midiamax


