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Morto em confronto com a polícia era ligado a facção criminosa e estava foragido

O homem morto em confronto com a Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) na manhã desta sexta-feira (1º), em Corguinho, foi identificado como Everton Nunes da Silva, de 35 anos, conhecido como “Pingo”, e apontado pela Polícia Civil como ligado a uma organização criminosa de atuação interestadual.

Segundo nota divulgada pela corporação, Everton tinha mandado de prisão em aberto e estava escondido na chácara dos pais, na zona rural do município. A Polícia afirma que ele era considerado de alta periculosidade e tinha extensa ficha criminal, incluindo crimes como roubo, homicídio, tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo, lesão corporal, ameaça e violência doméstica.

Ainda conforme ocorrência policial, ele foi preso em flagrante no ano de 2023, no município de Dois Irmãos do Buritis em situação envolvendo violência doméstica, na posse de uma pistola, com dois carregadores municiados e um colete de proteção balística.

Depois de sair do cárcere, de acordo com a polícia, o suspeito teria rompido tornozeleira eletrônica e foi localizado em uma pousada às margens da estrada. Quando os agentes entraram no quarto indicado por uma atendente, ele teria tentado acessar uma arma calibre 9mm, com numeração raspada, e acabou baleado após desobedecer à ordem para largar o armamento.

Everton foi socorrido com vida e levado ao hospital de Rochedo, mas não resistiu. A pistola e as munições foram apreendidas.

Defesa contesta

O advogado Gustavo Scuarcialupi, que representou Everton em sua prisão, entrou em contato com o Campo Grande News e contestou a informação de que o rapaz estava escondido na cidade do interior. De acordo com ele, quando Everton saiu do sistema prisional, a defesa tentou informar o novo endereço nos autos do processo, alegando que o homem não teria outro lugar para morar.

“Eu acho curioso a Polícia Civil, em nota apresentada, informar que o Everton estava ‘escondido na casa de seus pais’, quando, na realidade, foi informado em 08/04/2025 seu endereço no processo. Quem tenta se esconder informando seu endereço no processo? Por diversas vezes a defesa tentou atualizar seu endereço, em área rural, pois saiu da unidade prisional em progressão de regime e colocaram um endereço onde não tem sinal de monitoramento. Mas o Estado nada fez, durante quase 4 meses, e o final poderia ter sido diferente”, relata o advogado.

 

Matéria: Campo Grande News

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