Estelionatário, de 58 anos, considerado foragido da Justiça, foi preso pela GCM (Guarda Civil Metropolitana) na região central de Campo Grande após ser flagrado dirigindo embriagado e sem CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Saturiano Alves de Lima ainda estava portando documento em nome de outra pessoa, além de 13 cartões bancários pertencentes a terceiros. O homem ainda estava com um mandado de prisão em aberto devido a uma condenação.
Conforme o registro da ocorrência, equipe da guarda fazia patrulhamento no Centro durante a madrugada de ontem quando flagrou o motorista realizando uma conversão proibida da Avenida Afonso Pena para a Avenida Ernesto Geisel.
Ao consultar os sistemas policiais, os guardas constataram que havia um mandado de prisão contra Saturnino, válido até 2036. Durante a abordagem, os agentes também perceberam sinais de embriaguez, como odor etílico, fala desconexa e olhos avermelhados. No interior do veículo havia ainda um copo com bebida alcoólica.
O motorista recusou fazer o teste do bafômetro. Como também não possuía CNH, o carro foi removido ao pátio do Detran.
Na revista, os guardas encontraram uma carteira contendo uma CNH em nome de outra pessoa, R$ 200 em dinheiro, um telefone celular e 13 cartões bancários e de crédito pertencentes a terceiros.
A Polícia Civil apreendeu todo o material. O delegado plantonista informou que há suspeita de falsificação dos cartões, mas explicou que a confirmação depende de perícia, motivo pelo qual o homem não foi autuado por esse crime neste momento. Ele foi preso em flagrante por dirigir sob influência de álcool, gerando perigo de dano, além do cumprimento do mandado de prisão.
Conforme certidão judicial, Saturnino possui um longo histórico criminal, com condenações por furto, estelionato, receptação, apropriação indébita, falsa identidade e ameaça no contexto de violência doméstica.
O nome dele já havia sido notícia em 2011, quando foi preso suspeito de furtar bolsas para utilizar documentos das vítimas na aplicação de golpes. Na ocasião, a Polícia Civil apontou que ele agia desde 2010 e acumulava diversas ocorrências por crimes patrimoniais.
Matéria: Campo Grande News




