InícioJustiçaBarbeiro suspeito de matar rapaz por dívida de R$ 600 é preso

Barbeiro suspeito de matar rapaz por dívida de R$ 600 é preso

Mário Márcio de Freitas Lemes Fialho, de 19 anos, foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul em cumprimento a um mandado de prisão temporária expedido pela 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande. O jovem, que trabalha como barbeiro, é investigado por envolvimento na execução de Luiz Henrique Souza da Silva, 20 anos.

O crime aconteceu na noite de 30 de janeiro deste ano. A vítima estava no quintal da casa onde morava, no Bairro Parque do Lageado,  tomando tereré com familiares quando foi atingido pelos tiros. O crime foi motivado por uma dívida de R$ 600 em uma conveniência na região.

A prisão foi efetuada por equipe da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol na quarta-feira (25). O rapaz estava com mandado de prisão temporária em aberto, com validade de 30 dias. A ordem judicial foi expedida pelo juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida.

No momento da prisão, o suspeito optou por não acionar familiares ou indicar um advogado particular para acompanhar o caso. Ele foi submetido a exame de corpo de delito no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) antes de ser encaminhado para a custódia da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário).

Marca de tiro em frente ao imóvel onde a vítima estava sentada (Foto: Paulo Francis)

Caso

De acordo com o inquérito da DHPP (Delegacia de Homicídios), a execução foi motivada por uma dívida que a vítima tinha em uma conveniência. Dias antes do crime, Luiz Henrique e o dono do estabelecimento, Igor Coeva Guerreiro, chegaram a travar uma luta corporal devido à cobrança.

Na noite do assassinato, Mário Márcio teria sido o executor do crime. Antes de atirar, ele confrontou a vítima com a frase: “Você não é o bichão?”, referindo-se ao embate anterior com o comerciante. Após matar Luiz Henrique, o suspeito ainda disparou contra a sogra da vítima, que estava na sala com três crianças, mas os tiros não a atingiram.

Durante as investigações, foram decretadas as prisões temporárias de Mário Márcio (atirador), Igor (mandante) e o sócio Higor Ricardo Alcântara Riquelme, suspeito de planejar a logística da execução.

Os dois comerciantes já haviam sido detidos anteriormente. O caso tramita na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, e os acusados devem responder por homicídio qualificado e tentativa de homicídio.

 

Matéria: Campo Grande News

Publicidade

Relacionadas

- Publicidade -

Clima/Tempo

Enquanto cidades em guerra seguem iluminadas mesmo sob bombardeios, no brasil uma tempestade mais forte ainda consegue transformar a rotina moderna em uma experiência...
Publicidade

Notícias Recentes

Publicidade