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Acusado de decapitar suspeito de furto é preso 2 anos depois do crime

Quase dois anos depois de homicídio em Aparecida do Taboado, acusado de participar da morte de Clenilton Vieira Rigonato foi preso por policiais civis de Itacajá, no Tocantins. O crime aconteceu em 12 de novembro de 2023, quando a vítima foi torturada, agredida e decapitada por grupo de homens, entre eles Savio Alves da Cruz que foi encontrado na quarta-feira (6). Eles estava com mandado de prisão preventiva em aberto.

Conforme denúncia do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), Clenilton foi executado com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa do ofendido. O caso aconteceu na estrada da Rondinha, perto da ferrovia na área rural da cidade a 458 quilômetros de Campo Grande.

O documento relata que Clenilton realizava pequenos furtos na cidade para manter seu vício em drogas e, no dia do crime, foi até a rodoviária onde estavam Sávio e outros três homens. A vítima ofereceu a eles um veículo furtado dizendo que gostaria de trocar ou vender para comprar entorpecentes.

Ao ficar sabendo que o furto do carro aconteceu em sua região, Savio decidiu com os comparsas que mataria Clenilton. Com isso, colocaram a vítima no veículo e foram até a casa de um quinto envolvido. Depois, realocaram o homem para o porta-malas e se deslocaram até o local onde o crime aconteceu.

No trajeto Clenilton foi agredido com golpes de alicate e chave de roda na cabeça, depois com um extintor de incêndio enquanto era ameaçado de morte. Ele ainda foi espancado com pedaços de madeira e, depois, ferido com um vidro que cortou seu abdômen.

Em seguida, quando a vítima não tinha mais reação, os homens deram mais golpes em sua nuca com pedaços de madeira. O corpo de Clenilton, segundo a Polícia Civil, foi encontrado em uma área de mata fechada, sem cabeça, em dezembro daquele ano.

Sávio teve o mandado de prisão expedido pelo juiz André Ricardo em março de 2024 e cumprido na última quarta-feira através de compartilhamento de informações entre as policiais civis de Mato Grosso do Sul e do Tocantins. O caso ainda não foi julgado.

 

Matéria: Campo Grande News

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